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Um Judeu em Castro Laboreiro

Luís Henriques Julião, filho de Julião Henriques e de Branca Rodrigues, casado com Filipa Dias era natural de Vila Flor e exercia a profissão de mercador em Castro Laboreiro. No entanto, sobre ele caía um pesado estigma: era um Cristão-Novo e, assim, a 14 de Maio de 1656 foi preso à ordem do Tribunal do Santo Ofício (Inquisição) de Coimbra e acusado da prática do crime de Judaísmo.
Esteve 4 anos preso e a ser torturado até que a 23 de Maio de 1660 foi proferida a sentença do seu caso e, nesse mesmo dia, foi realizado o costumeiro Auto de Fé.
Nesse Auto de Fé, Luís Julião deve ter abjurado a “Fé de Moisés”, sendo que provavelmente e tal como era hábito nestes casos, lhe foram impostas determinadas obrigações.
Nesse mesmo dia de 23 de Maio foi lavrado o, designado, “Termo de Soltura e Segredo”, por via do qual o condenado foi devolvido à liberdade, com a condição de manter segredo sobre tudo quanto tinha visto e ouvido durante o processo.

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